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Algumas palestras ja desenvolvidas: Crise de inovação também afeta carreirasCostumamos achar que as crises de inovação afetam apenas empresas, pois as menos criativas perdem mercado para as mais criativas. Mas segundo a Vice-Presidente de Relações com Universidades da ABRH-Nacional, Maria Inês Felippe, alerta que não ser criativo é um dos principais fatores, leva a desemprego constante e dificuldades de recolocação. Se o que fazemos enquanto profissionais é copiar o que existe, repetir o que todo mundo já faz, viramos comodities e, a partir daí, a questão se volta para o preço, o tamanho do salário, aquilo que outros podem fazer ganhando menos. Por isso, uma verdadeira “garantia de emprego” passa por criar modos diferenciados e exclusivos de fazer as coisas, que sejam melhores e mais efetivos. Quanto mais difícil for copiar o que fazemos, mais tempo vamos permanecer no podium”, alerta Felippe. Para a VP da ABRH-Nacional, a fórmula que diferencia as pessoas é uma só e já é conhecida há muito tempo, ou seja, investir em estudo e qualificação: Crise exige maturidade e capacidade de negociaçãoÀ crise e seus efeitos negativos sobre a atividade econômica e o emprego exigem maturidade e capacidade de negociação por parte de interlocutores como o Governo Federal, sindicatos e associações e empresários As lideranças e a criseHoje, vivemos mais uma crise econômica, que afeta os negócios e exige a tomada de decisões que nem sempre são fáceis e demandam muito compromisso e responsabilidade por parte das lideranças das empresas. Como a crise afeta os Recursos HumanosO mundo atravessa mais uma crise. Se, para os mais novos, isto pode parecer o fim do mundo, a boa notícia é que muitos veteranos já sobreviveram a vários “fins-de-mundo”. Minha profissão entrou em crise: e agora?Esta parece ser a realidade de muitos profissionais, que começam a se perguntar se não é a profissão que escolheram que está em crise permanente. Sua profissão está em crise? A mudança de valores no mundo contemporâneoOs valores são históricos e mudam com as culturas, e nascem da necessidade de controlar a natureza, as paixões, o mundo. Partindo de uma análise filosófica, do surgimento dos valores que fundamentaram e guiaram nossa cultura, buscamos avaliar as mudanças que o mundo contemporâneo exige. A ordem, a estabilidade, o equilíbrio, a coerência, a verdade, a unidade do eu, eram valores que norteavam nossas ações. Graças, não somente às novas tecnologias, mas a diversos outros fatores que marcaram a história do pensamento, a maioria das coisas que sabíamos ou achávamos que sabíamos, caiu, nas últimas décadas, por terra. Se a idéia de verdade foi o valor predominante nos séculos anteriores, hoje nossa civilização se vê obrigada a lidar com a mudança. E o homem, como o homem moderno tem lidado com tudo isso? Estaremos diante de uma nova subjetividade? Os desafios da educação na nova sociedade do conhecimento- área de educaçãoDiante das imensas transformações que caracterizam o mundo contemporâneo, o que se torna fundamental aprender? Em uma sociedade em que cada vez mais as máquinas fazem o trabalho manual e mental, resta a atividade em que o homem é imprescindível e essencial: criar. Inovação, criatividade, atitude, são moedas de alto valor na sociedade que se configura. Além disso, com as constantes inovações, próprias da era tecnológica, é fundamental aprender a aprender, para que o processo educativo permaneça depois da escola. A invasão de informações também deve ser filtrada e processada, por isto é essencial desenvolver métodos de pesquisa. Estas são algumas das inúmeras questões que precisamos pensar, quando educamos no mundo contemporâneo. Ética: autonomia e responsabilidade.Ética é um dos temas mais caros ao mundo contemporâneo. Depois da falência dos grandes eixos morais, como a idéia de um bem universal, de verdade científica ou religiosa, assim como com o advento das grandes lutas sociais, os valores universais foram perdendo a validade. Hoje, com a imensa mudança de meios, diante de um mundo que ao mesmo tempo desaba e floresce, resta ao homem decidir, em cada ação, que postura tomar. Se antes consultávamos um manual do certo e do errado, hoje devemos pensar, elaborar, decidir que caminho trilharemos, e isto exige, não alguém passivo, que siga regras, mas alguém capaz de atitude e transparência. A ética exige autonomia e responsabilidade. Uma atitude ética é aquela que considera o entorno. O valor da mudançaNossa cultura não nos incentiva a lutar, mas a chorar, a nos vitimar. Valorizamos e protegemos os fracos ao mesmo tempo criticamos os ousados, criativos. Consideramos o trabalho uma penalidade, e nosso sonho maior é sempre descansar. Mas a vida é sempre o resultado de uma luta. O fim da luta é a morte. E criar, a grande redenção. Utilizamos os filósofos Nietzsche e Espinoza. Falamos sobre a força de viver que move todas as coisas, ressaltando a importância dos obstáculos, das barreiras, para o aumento de vida. Estar alegre é estar acrescido de força, aumentado, e este acréscimo vem da superação dos obstáculos. Buscar novos desafios é intensificar a vida, aumentar sua força; em outras palavras, produzir alegria. A usina hidrelétrica é usada como metáfora para pensar a multiplicação da força a partir do obstáculo. Criatividade: a arte e a vidaPara Nietzsche criar, mais do que um gesto individual, é um processo de integração e participação na vida. A vida cria em suas constantes transformações, em seu eterno jogo de vida e morte. Ao homem cabe dizer sim ou não a este processo, isto o define como homem. Ao dizer sim ao que os gregos chamavam de devir, o vir-a-ser constante das coisas, o homem se vê inserido em um processo que necessariamente leva à criação. Criar é suportar as contradições e intensidades da vida no corpo, é transformar em signo este movimento excessivo que é viver. Mas o rumo que nossa cultura ocidental tomou foi outro, ela separou e opôs o bem e o mal, o corpo e alma, o acerto e o erro, o belo e feio. Estimular a criatividade envolve, mais do que identificar gênios criativos, reconstruir, reinventar os laços do homem com a vida. Esta palestra tem um efeito bastante estimulador para os que trabalham com a área de criação nas empresas e pode ser acompanhada por uma oficina literária (ver oficina literária). O valor da diversidade na excelência organizacional – (ou, ainda, Em uma nova sociedade, novas lideranças)Partindo de uma análise filosófica do surgimento dos valores que fundamentaram e guiaram nossa cultura, buscamos avaliar as mudanças de paradigmas que a contemporaneidade exige. Valores como estabilidade, unidade, verdade, são substituídos por multiplicidade, mudança, perspectiva. Considerando as exigências que o mundo contemporâneo tem feito ao homem, a maior delas tem sido, possivelmente, a quebra de rigidez, tanto nas avaliações das ações e das metas quanto das estruturas institucionais e empresariais. A rigidez é hoje um mecanismo de enfraquecimento. Ao contrário, a suavidade, a flexibilidade, a leveza, são os novos fundamentos da força e da eficiência. Como conviver com a diversidade, cada vez mais presente nas corporações? Não somente a diversidade de pessoas, mas de atitudes, de modelos, de respostas. Como incentivar a inovação, tão necessária nesta que se configura “sociedade do conhecimento”? O que é ser um líder diante deste novo quadro? Competição, competência e éticaO objetivo desta palestra é recuperar o aspecto positivo da competição, da luta, mostrando a necessidade humana de auto-superação como um dos ingredientes fundamentais para o vigor e a alegria, ou seja, para o bem viver. Partindo da idéia de vontade de potência, que marca o pensamento de Nietzsche, discutimos a noção de vida como auto-superação, como eterna ampliação de si mesma. Mas, relacionando a competição à prática de esportes, que têm como referência as olimpíadas gregas, objetivamos mostrar que a competição somente é positiva quando limitada pela ética, do contrário pode produzir desequilíbrios e violência. Ao mesmo tempo, quando competição e ética andam juntas, podem produzir como conseqüência a competência, requisito para uma trajetória bem sucedida. Competição, competência e ética são, portanto, o trinômio, não somente da vitória profissional, mas da luta cotidiana de viver. A mulher no mundo atualO que significa, hoje, nossa luta? Salários iguais para trabalhos iguais, proteção contra a violência, principalmente doméstica, contra assédio moral, contra a exploração sexual? Sim, sem dúvida, sobretudo a violência contra as mulheres é nosso maior desafio, mas, a maioria dos nossos grandes obstáculos já foi vencida, o mundo não é mais tão hostil às mulheres como foi no passado. Sabemos que ainda há muito o que fazer, mas o que caracteriza nossa luta hoje? Quem somos, o que nos tornamos, mulheres do século XXI? Será que não estamos aprisionadas por um plano, um projeto de vida construído em reação a opressão a que fomos submetidas? Não estamos, ainda, olhando pra trás? A hora, agora, nos exige um novo passo: não se trata mais de tomar um lugar, mas de criá-lo: qual o lugar de nossa diferença, qual o lugar que nos faz florescer? Precisamos construir um espaço que nos caiba e este espaço deve ser necessariamente complexo, como nosso corpo, nossa potencialidade.
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